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Disciplina: Performance

Professora: Karine Jansen

Aluno: Felippe Rodrigues Batista

Curso: Licenciatura plena em Teatro – UFPA

Nesse dia a Prof. Dra. Karine Jansen mandou que nos fizéssemos um auto-retrato da nossa vida, sendo que este poderia ter quatro momentos da vida ou não.Ex: infância, adolescência,adulto, velho ou agua, terra, fogo e ar etc, nesse sentido.Eu optei pelo primeiro achei bastante interessante para trabalhar. A partir dai fiz um poema que retrata todas as fases da minha pelo menos um pouco.

AUTO-RETRATO

ALTO, MAGRO, OLHOS CASTANHOS ESCUROS

PERDIDO ATRÁS DOS MUROS

SÍMBOLO DE TRANSFORMAÇÃO

CHEGANDO A SER UM CAMALEÃO DE VÁRIAS CORES

QUE EXPERIMENTOU VÁRIOS SABORES

RETALHOS DE UMA INFÂNCIA

SAUDADES DE SER CRIANÇA

DOS TEMPOS DE BOLO

AI, COMO EU QUERIA MEU JOGO

CRESCENDO E APRENDENDO

AMIGOS SE FAZENDO

AMIZADES VARIADAS

SEMPRE COM MUITAS FALAS

SOLIDÃO, INDECISÃO RODEIAM A MINHA MENTE

DIZENDO QUE ESTE É O PRESENTE

E NÃO O PASSADO QUE JÁ ESTÁ REALIZADO

QUE HOJE É APENAS LEMBRADO

FUTURO NUM BARCO

VELHO CHATO

PENSANDO NA VIDA QUERIDA

ESQUECENDO AS FERIDAS.

Universidade Federal do Pará

Instituto de Ciências da Arte

Escola de Teatro e Dança

Matéria: Técnicas Corporais

Professora: Valéria Andrade

Curso: Licenciatura Plena em Teatro

1° Semestre

MARQUES, Isabel. Os jogos do corpo: do lúdico ao cênico. In: BEMVENUTTI, Alice. O Lúdico na Prática Pedagógica. Curitiba: IPEX, 2009


 


Corpos lúdicos: corpos que brincam e jogam.

– FICHAMENTO

Nosso corpo está presente em todas as nossas ações, seja para conhecer, pensar, experimentar, interagir, entre outras. O corpo é cheio de significados porque ele expressa nossas alegrias e tristezas, a cada expressão ele se comporta de uma forma. No entanto o corpo possui seus limites, por exemplo: um corpo pequenino terá mais dificuldade em jogar basquete e obter bons resultados dependo das regras, já um corpo grande e alto terá muitas facilidades, mas não impedem esse corpo pequenino de tentar e superar suas limitações.

O corpo possui uma memória incrível, porque brincadeiras que fazíamos quando éramos crianças, fizeram com que nosso corpo se adaptasse e amadurecesse de acordo com as brincadeiras.

Como seremos artistas/educadores esses jogos e brincadeiras vão ajudar muitas crianças a se perceberem, se observarem e dialogarem com o próprio corpo transformando relações corporais como um meio de educar e inseri.

Contudo para que o corpo possa ser o próprio jogo e preciso antes de qualquer coisa percebe e dialogar com esse corpo, no sentido de conhecer, tocar e saborear. Além disso, fazer perguntas freqüentes para si mesmo é muito bom para saber o que o corpo pede, como se move? Como está? Que articulações se movem? Enfim uma serie de indagações.

 

Corpos Cênicos: Os jogos da arte.

O corpo cênico é criador, criativo e condutor da linguagem corporal, porque ele cria suas regras quando está jogando e faz com que isso se torne cenas artísticas.

Dançar e atuar não são apenas formas de mostrar algo ou interpretar, mas sim meios de expressar seus sentimentos, comunicar. O corpo cênico é capaz de tocar bem no fundo das pessoas.

 

 

Universidade Federal do Pará

Instituto de Ciências da Arte

Escola de Teatro e Dança

Matéria: Técnicas Corporais

Professora: Valéria Andrade

Texto: A Dança

Autor: Klauss Viana

– FICHAMENTO

I- A HARMÔNICA INCOERÊNCIA

– Como na vida, quando se questiona só um lado do conflito, ele não terá soluções e continuará sempre um problema.

Quando ficamos só de um lado do conflito, é obvio, que nunca chegaremos em uma solução, é preciso que os dois lados caminhem juntos para então obter a solução desejada.

– É a lei da harmônica incoerência da vida: todo trabalho corporal, se analisado sob um só ângulo, é incoerente. Mas unido ao todo surge à harmonia.

No trabalho corporal, não temos que nos prender na individualidade, porque isso gera incoerência, mas temos que analisar o conjunto, o coletivo, o corpo todo, até chegar à harmonia.

Ao iniciar qualquer coisa- uma amizade, uma relação amorosa, um curso qualquer-, a primeira fase é de puro encantamento.Tudo é belo e novo.Somente depois inicia-se a adolescência do processo, onde a revolta, a critica e a busca de novas formulas é uma constante.

Tudo o que é novo é bom, mas depois que aquilo: seja amizade, seja casamento ou qualquer outra coisa se materializa, oficializar começa então o processo e a busca de novas formulas que é uma constante.

– No entanto, andamos em cima de ombros, corremos com a língua: a força está sempre concentrada nas partes erradas.

Achei muito importante destacar essa frase, porque não sabia que nossas forças estavam, onde menos esperava ainda mais em partes erradas.

– Ao dividirmos os espaços nos localizamos dentro deles.Estabelecemos seus limites, coisa tão importante para o surgimento de uma verdadeira para o surgimento de uma verdadeira ação.

Cada individuo tem que ter essa noção do limite para alcançar qualquer ação.

Só quando tenho claramente meus limites internos posso dar fronteiras as minhas ações, seja numa sala de aula, num palco ou ar livre.Caso contrário, essas intenções se dispersam e perdem sua força.

Tenho que entrar em acordo com meu limite interno para poder executar uma ação, caso contrario seremos limitados em qualquer lugar e acabamos perdendo força.

– Assim, é importante que antes de começa qualquer trabalho eu incorpore o espaço que vou usar.

Isso é mais que necessário, temos que viver o espaço para depois entrar a ação, e também entrar em contato com o espaço e conversar com ele é essencial.

– Mudar de local de refeição e de dormir dentro da própria casa são estímulos que geram conflitos e novas musculaturas dentro do nosso cotidiano: espaços novos, musculatura nova, visão nova.

Tudo o que sai de nossa rotina, gerar uma serie de conflitos, pelo fato de não estamos acostumados com o novo.

– Aprender a questionar objetivamente e a observar a si mesmo são as melhores formas de aprendizado.

II- AO RITMO DO UNIVERSO

– Da mesma forma, quando trabalhamos uma determinada articulação, ampliamos sua mobilidade e o esforço realizado repercute sobre todo o corpo, uma vez que essa articulação é parte de um todo.

Temos que primeiramente trabalhar um membro conforme esse trabalho for realizado com freqüência isso irá gerar uma certa mobilidade e então passamos esta articulações para todo corpo.

– Só quando se obtém um relativo domínio sobre a articulação e suas possibilidades de movimento é que se torna possível soltar, encaixar e desencaixar a vontade, empregando toda a potencialidade em forçar ou liberar a articulação.

Quando já temos domínio sobre uma determinada articulação conseguimos realizar toda e qualquer ação, isso também dar a liberdade para a articulação.

– É preciso educar e tornar fluente a naturalidade do gesto, até o momento em que o aprendizado se converte num hábito.

Todo o trabalho realizado com freqüência se torna um hábito, depois disso se tornara algo automático.

– A dança começa no conhecimento dos processos internos.Você é estimulado a adquirir a compreensão de cada músculo e do que acontece quando você se movimenta.

A dança começa a partir de você mesmo, só você pode conduzi – lá e executa-la, nada mais que você saberá o que o seu músculo quer dizer.

III- FUNÇÃO E FORMA

– O corpo inteiro transmite um significado e conta uma história ao caminhar, ao ficar de pé ou ao sentar, ao estar, acordado ou adormecido.

Nosso corpo inteiro é cheio de signos, qualquer movimento que fazemos é uma forma.

– A memória gosta de relembrar o corpo inteiro: não é do rosto dos nossos pais que lembramos, mas de seus corpos e atitudes nas suas cadeiras prediletas, comendo, cozinhando, fumando, em todas as pequenas ações do cotidiano. Nós nos lembramos das pessoas como corpos em movimento e não rostos estáticos.

Sempre ao lembrar de alguém, imediatamente pensamos nas coisas que essa pessoa executar, mas sempre nessa linha de movimento.

– Nosso corpo nos chama a atenção apenas em circunstâncias desagradáveis – quando estamos doentes ou feridos, e devemos nos despir para mostrar uma ferida, queimadura ou fratura.Ficamos envergonhados e confusos quando nossa pele é machucada e o sangue escorre dela, deixando uma assustadora e ofensiva mancha.

Esse parágrafo mostra o quanto devemos cuidar do nosso corpo tanto ele estando doente ou normal, cuidar do corpo faz bem pra saúde, revitalizar, enfim temos que ter uma total doação para nosso corpo.

– Se o corpo está devidamente condicionado, livre de dúvidas e medos, o movimento surge e a dança explode.

Seu corpo não dará liberdade se você não faz o movimento regulamente, então quando estiver seguro de seu corpo você terá total liberdade para executar a ação desejada.

IV- APRENDIZADO E ENERGIA: NOÇÕES

– Uma tensão localizada no joelho ou nos cotovelos pode limitar nossa capacidade de andar ou de movimentar livremente os braços, mas esse problema pode ser evitado através do relaxamento da articulação

correspondente.

As tensões localizadas em seu corpo só irão acabar se você entrar em sintonia com seu corpo, depois de fazer essa sintonia, relaxar a articulação é essencial para o corpo responde conforme você deseja.

Por outro lado, a relação professor-aluno não deve ser muito diferente das relações que mantemos com as pessoas em nossa vida diária.

Essa relação professor-aluno é fundamental para o crescimento de ambos, porque convivemos diariamente, então essa relação tem que ser a mais verdadeira possível.

Ao longo desse processo é fundamental considerar a relação mundo-eu, verdadeira origem e motor do movimento e da própria dança, pois da dinâmica desse relacionamento é que emerge a singularidade que faz cada pessoa um ser único e diferenciado.

Essa relação mundo-eu é essencial para todos, porque essa relação que vai fazer o ser se diferente e conseguir seus objetivos sem precisar de terceiros.

– E a dança não significa reproduzir apenas formas.

A dança é muito mais que formas, é conceito e ao mesmo tempo uma sintonia com o corpo. Além disso, é dança, é deixar levar, é viver cada movimento executado.

– Quanto mais presente em mim mesmo eu estiver, quanto mais atento a cada gesto ou deslocamento, maior poderá ser a minha produção e concentração de energia vital.

A concentração é fundamental para qualquer tipo de movimento, quanto mais concentração mais produção e energia.


Bacantes.  Foto Luis Ushirobira.

 

A origem ritual do Teatro

 

Resumo

Este estudo tem por finalidade descrever como o ritual do teatro era cultuado e suas principais forças que motivaram essa mudança e suas conseqüências. Começamos com o culto de Dionísio, em que originalmente era uma festa agrária, ou seja, era uma festa em que o mesmo representava a morte e o renascimento anual da vegetação. Acreditava-se que Dionísio havia sido morto violentamente, e seu corpo, desmembrado, de modos diferentes, de acordo com variantes do mito.Este deus passa a ser cultuado por um coro que passa a encenar sua paixão, morte e ressurreição, como ciclo das estações: a esterilidade do inverno e o florescimento da primavera.O culto teve seu sentido expandido para a fertilidade em geral, o nascimento e a transformação.como signo da transformação da vida em morte e da morte em vida, o ritual de Dionísio tomou a forma de um culto orgiástico.O ritual é um modo de dar nexo ao mundo e não uma forma de se afastar dele.Por isso, não se pode pensar a arte ritual do culto de Dionísio como algo exclusivamente voltado para o prazer estético.Esse ritual  arcaico de Dionísio não devem ter sido diferente de certos cultos tribais que ainda hoje sobrevivem em alguns lugares remotos do planeta.Umas das características principais de um culto ou de um ritual arcaico é o contato do crente com certas forças motoras da realidade.A “paixão de Dionísio” representava a morte e a volta à vida do deus, isto é, recriava o processo fundamental de nascimento e morte, a própria dinâmica da realidade.Acontecendo sempre uma vez por ano, em uma data especifica, o culto marca a passagem do tempo.  A cada ano, o mundo renova-se no momento da colheita, e Dionísio está ali, renascido, e faz sua aparição, purificando e fortificando a realidade e a comunidade humana para mais um ciclo de nascimento, vida e morte. O fator vivificador e unificador do mito está representado em algo que o teatro jamais abandonou: a máscara, que está é um signo de transformação do individuo e da união deste com forças que o transcendem, que a primeira vista é tida como anulação da figura individual.Nesse sentido o uso da máscara torna evidente o fato de que o contato com as forças vitais do mundo que o ritual procura evocar exige o desaparecimento da figura do individuo pela ocultação de sua face.O ritual cumpria um papel muito importante, ao qual a máscara está intimamente ligada, que é o êxtase comunitário.No ritual, os participantes incorporam as forças vitais de nascimento e morte da natureza, que são a própria vida da comunidade agrária,nesse processo de êxtase, a união do grupo reafirma-se e consolida-se publicamente.Desse modo, durante centenas de anos, os homens antigos representaram as forças vitais da natureza, viveram e se transformaram nessas forças, e tudo isso impregnado de um senso comunitário.

 


Analise da obra “A terceira Margem do rio” de Guimarães Rosa.

Minha interpretação através da ótica do pai.(Parte 1)

Cansado já estava decidir sair da minha casa, e abandona minha família, não agüentava mais aquela mesmice.Então mandei fazer uma canoa bem resistente para durar pelo menos três décadas, para pensar e viver minha vida solitariamente.Não quero levar nada porque não quero ter lembranças.

Remei, remei, remei e acenei, fui embora para nunca mais voltar, a margem que me espere porque ela que vai ser a minha família, estava passando por momentos dificies que nem se explicar, era então um problema meu e do rio.


Ótica do Pai (parte 2)

Aquele rio escuro cheio de mistérios e bichos me chamou para junto dele, e mergulhei naquele verde, naquela imensidão, naquela margem, o som dos pássaros me conformava e a brisa do vento me acalmava .Era uma sensação tão boa que nunca tinha sentido, então continue remando, remando, remando sem destino, rumo a terceira margem que tanto me suportava.Tudo era tão novo a sensação era muito gostosa que nem lembrava mais da minha família.Parei de remar e fiquei observando o barulho inquietante daquele rio que me adorava e aceitava.Era o paraíso.Então mergulhei naquela água fria e ao mesmo tempo quente que tanto me chamava era tão bom sentir o rio, que nem penso em volta para minha família.

Eu-mundo

Umas das experiências mais interessantes que já participei, foi um trabalho que eu vou levar para vida toda, quem sabe quando eu for um futuro profissional da área possa propor para meus alunos, esse trabalho também foi uma forma de nos incentivar mais e mais. Tudo foi tão novo que se pudesse volta eu voltava, o que eu mais gostei foi porque a Wlad nos deixou bem à vontade e foi muito bom ser aluno de uma excelente profissional. Agradeço por tudo.

Tema: O Pós-Dramático e a Pedagogia Teatral

De Maria Lúcia De Souza Barros Pupo

Expositor: Paulo Ricardo

Comentador: Leandro

 

O Pós-Dramático 

vem contrapor a forma mercadoria, ele atravessar a forma de texto fechado. O espectador que identifica de acordo com o texto. Esse tipo de teatro não parte basicamente do texto, mas não significa que o pós-dramático não trabalhe com texto.

O teatro Pós-Dramático é para todos os tipos de gêneros e grupos, não só de teatro , porque ele se insere naquilo que é uma identidade

Tema: Canalização

 Expositor: Wallace

Comentador: Delyane

No texto o autor fala de dois tipos de transportes:

Transporte involuntário: ele domina (inventa) o personagem em ação.

Transporte voluntário: O ator ocila entre o “céu e a terra”

Ele fala das mascaras que te autoriza a ter “superioridade, algo divino.Através das mascaras nos relacionamos com todo tipo de pessoas.

Somo canais de transmissão e por isso devemos entender tudo o que queremos repassar, para que assim eu tenha consciência e controle das informações.

O transe consciente é o que o canal seja qual for está controlando tudo que há em sua volta.

Loucuras da minha cabeça

 

Depois desse trabalho (roteiro) da Wlad me sentir tão forte, parece que agora eu sei o que eu quero da minha vida. Todos os trabalhos realizados fizeram com que eu me adentrasse nesse contexto, todas as experiências vividas foram muito gratificantes para mim, não sei,  escrevi o que eu senti(movimento do coração).OBG.

Tema: Da interpretação

Autor: Alessandro Fersen

Expositor: Maira Tupinambá

Comentador: Icaro

No texto ele critica o sistema tripolar – ator- personagem-espectador, em que ele diz que não agüenta mais esse modelo que só interpreta e pronto, Fersen quer que isso mude que o ator viva o personagem e perceba a platéia, não colocar uma fenda e fingir que não esta vendo a platéia, esse é o posicionamento dele muitos vão contra

Identikit de ator, é como se fosse um conjuto de de diversas caracteristicas facias, mais ou menos um retrato falado.

Logo após tivemos os Roteiro objeto muito legal quase todos mostraram, todos estavam muitos bem elaborados, foi tipo uma feira da cultura.

MEU ROTEIRO:

FRENTE:

ABERTO:

COSTAS: